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Como escolher sua TV – Parte 2

 

Atualmente existem em sites ou lojas como americanas . com , casas Bahia cerca de 53 modelos de TVs, o que gera muita dúvida entre os consumidores.

com o artigo  anterior aprendemos a calcular o tamanho do televisor de acordo com nossa sala, neste, iremos aprender a escolher a tecnologia que melhor se encaixa nas nossas necessidades.

LCD

Uma das principais tecnologias do mercado atual é a tela de cristal líquido, conhecida como LCD, que também é utilizada nas telas de notebooks. As TVs de LCD entram na categoria de aparelhos slim (finos) e têm a vantagem de ocupar um espaço bem menor em relação aos monitores CRT (tubo de raios catódicos), que são os modelos mais antigos. Além disso, consomem menos energia e têm emissões elétricas e magnéticas baixas.

Oferecem também brilho superior, tornando-se uma opção melhor para ambientes menores e mais claros.  Em comparação com os monitores de TV de Plasma, os de LCD apresentam uma durabilidade maior, chegando a 60 mil horas de uso, quando o brilho do painel pode ser reduzido pela metade.

Tecnologia

Cada tela de monitor em LCD contém centenas de pixels e sub-pixels (elementos de imagem) feitos de cristal líquido. Para formar imagens, campos elétricos carregam pixels selecionados. A maioria dos monitores em LCD também possui transistores de película fina (TFT) dentro do painel para reduzir a interferência (“crosstalk”) entre pixels e aumentar a estabilidade da imagem. O processo garante um desempenho do monitor livre de tremores, ótimo foco e sem distorção de imagens.

Entretanto, é justamente nesse âmbito que deve haver uma atenção do comprador. O cuidado deve ser com os chamados “dead pixels” (pixels mortos), pixels defeituosos que se mantém apagados nas telas de LCD. Na fabricação dessas telas é comum haver um número de sub-pixels defeituosos. O problema é que a tolerância varia de acordo com a classificação de cada fabricante. Alguns deles já adotam a política de tolerância zero, mas essa não é uma regra. Portanto, vale se informar com o fabricante.

Alta definição

A TV de LCD pode ou não estar pronta para alta definição (HD), ou seja, pode ou não suportar a programação em alta definição fornecida por um receptor HD externo. Muitos possuem sintonizadores HD integrados, de modo que não há necessidade de acrescentar essa caixa externa para ter transmissões em alta definição, mas essa não é uma regra.

É importante saber também que o tamanho da tela não tem relação direta com o fato de o aparelho estar pronto ou não para alta definição. Portanto, na hora de escolher uma TV LCD confira se ela traz a inscrição HD-Ready ou Full-HD. A primeira significa que a TV trabalha com 1.280 x 720 pixels (720p), enquanto a segunda indica o uso de 1.920 x 1.080 pixels (ou 1080p). Em outras palavras, quanto maior o número de pixels, mais preparada a TV está para a alta definição plena.

Reflexos vindos de uma janela, porta ou corredor não aparecem na tela e não atrapalham quando você está vendo seu programa favorito. No entanto, dificilmente aparece nos aparelhos superiores a 50”.

PLASMA

A grande inovação desse tipo de aparelho está na forma como são ativados os pixels, os pequenos pontos luminosos que formam a imagem na tela. Na televisão tradicional, isso é feito por um feixe de elétrons, que é emitido dentro de um grande tubo – por isso o aparelho tem muita profundidade. Já no novo modelo, os pixels são minúsculas lâmpadas fluorescentes que contêm em seu interior plasma, um gás carregado eletricamente que dá nome ao aparelho. Como as micro lâmpadas têm espessura equivalente à de um fio de cabelo, o aparelho tem uma estrutura extremamente compacta, parecendo um quadro para pendurar na parede. Além de reduzir a profundidade da TV para poucos centímetros, a nova tecnologia ainda aumentou a resolução da imagem em quase sete vezes. Outras vantagens são a tela plana, que evita distorções, e as imagens com mais cores e brilho, além de menos problemas de reflexo. Entretanto, o princípio usado para formar as imagens é basicamente o mesmo nas duas televisões.

Os pixels, distribuídos em linhas horizontais, da esquerda para direita, e de cima para baixo, não são ativados todos de uma só vez. Assim, cada quadro da tela leva pouco mais de um milésimo de segundo para ser completado. E é exatamente essa seqüência de surgimento dos quadros que cria a ilusão de movimento.

Comparação desigual Aparelho antigo usa feixe de elétrons, enquanto o novo tem micro lâmpadas coloridas

TV COMUM

1. Uma peça chamada cátodo emite um feixe de elétrons rumo à tela. A luz criada pelo feixe aciona os pixels na tela, que têm três cores: vermelha, verde e azul. Dependendo da luz que cada cor recebe, forma-se um ponto na tela e a soma de todos eles compõe a imagem

2. Tudo isso ocorre no tubo da TV. Mas é preciso haver espaço interno para que o feixe de elétrons seja desviado por um campo magnético (controlado pelos sinais da emissora) e consiga varrer a tela toda. Quanto maior a tela, maior tem que ser o tubo

TV A PLASMA

1. O feixe de elétrons foi substituído por microlâmpadas, dispostas lado a lado, formando uma grade próxima à tela. Cada lâmpada é um pixel e tem uma cor própria (vermelha, verde ou azul). As lâmpadas são acionadas por eletrodos ligados a uma placa de vídeo, que recebe os sinais da emissora

2. Cada lâmpada possui em seu interior uma mistura de gases. Quando recebem o comando da placa de vídeo, os eletrodos de um pixel liberam elétrons que se chocam contra os átomos da mistura gasosa, transformando-a em plasma, ou seja, um gás com partículas carregadas eletricamente

3. Essas partículas são atraídas por outras partículas de carga oposta e começam a se chocar, liberando luz ultravioleta, invisível ao olho humano. A luz ultravioleta bate numa camada de fósforo da lâmpada e, aí sim, surge uma luminosidade visível. Ou seja, um dos milhares de pixels da TV foi acionado para ajudar a compor a imagem na tela

O brilho é menor, porém o contraste é melhor que o LCD. Alguns modelos podem apresentar manchas no plasma com o passar dos anos, sobretudo quando causado por imagens estáticas, como de jogos de videogame ou logos de televisão. O ângulo de visão é melhor, mas pode refletir sombras vindas de corredores e janelas. A tecnologia é usada em modelos superiores a 50”.

LED

A revolução dos LEDs está chegando a cada dia que passa, mas ainda temos muito o que evoluir.

Afinal de contas o que é um LED?

Hoje em dia, qualquer celular ou equipamento eletrônico tem algumas luzinhas piscando, indicando se o equipamento está ligado ou desligado. Pois bem, isso é um LED.

O LED é constituído de um semicondutor, o mesmo utilizado na contrução do processador do seu micro, só que dopado de forma diferente a fim de emitir luz com diversas cores.

Ele já existe a uns 25 anos, só que a grande dificuldade era produzir um LED que emitisse uma grande quantidade de luz e também de diversas cores. No passado só tínhamos LEDs amarelos e vermelhos, hoje encontramos azuis, verdes, rosa, enfim várias cores.

Ja são utilizados em faróis de carro, semáforos e até mesmo em lâmpadas residenciais. A grande vantagem é o baixo consumo, cerca 100 vezes menos em uma lâmpada residencial, só que ainda são muito caros.

Mas como estávamos falando das TVs LED, o princípio é o mesmo. Ao invés de ser utilizado uma fonte de luz, onde essa luz é polarizada e transformada nos pixeis da imagem no caso das TVs LCD comuns, as TVS LED utilizam como fonte der luz um LED.

Simples não.

Os fabricantes prometem uma economia de 40% na energia elétrica, uma maior definição de cores e o mais legal, muuuuito mais fina.

A tecnologia é responsável por contraste de cor bem maior que o Plasma e brilho maior que o LCD. A desvantagem atual está no alto preço desses aparelhos, que chegam a custar R$ 1 mil mais caro que as outras tecnologias.

 3D

Os efeitos em terceira dimensão estão se tornando cada vez mais comuns em nosso cotidiano e, para um futuro próximo, parecem estar encaminhando para se tornar a nova febre do mundo do entretenimento.

A terceira dimensão não existe,  é apenas uma ilusão da sua mente. Literalmente. E isso é possível graças a um fenômeno natural chamado estereoscopia. Apesar do nome complicado trata-se apenas da projeção de duas imagens, da mesma cena, em pontos de observação ligeiramente diferentes.

Seu cérebro, automaticamente, funde as duas imagens em apenas uma e,  nesse processo, obtém informações quanto à profundidade, distância, posição e tamanho dos objetos, gerando uma ilusão de visão em 3D.

Para que isso seja possível, no entanto, a captação dessas imagens não é feita de uma forma qualquer. Lembre-se que o efeito 3D é composto por duas imagens projetadas em pontos distintos. Logo, na captação, devem ser filmadas duas imagens ao mesmo tempo. Essa correção de enquadramento é feita por softwares específicos, em tempo real, que reduzem as oscilações na imagem, deixando a composição mais realista.

A câmera estereoscópica simula a visão do olho humano. Cada lente é colocada a cerca de seis centímetros uma da outra (já que essa é a distância média entre os olhos de uma pessoa). E nesse processo ainda devem ser controlados zoom, foco, abertura, enquadramento (que deve ser exatamente o mesmo) e o ângulo relativo entre elas. Não é uma tarefa fácil ou que você possa fazer na sua casa. Ou melhor, até é possível, mas é um processo bem trabalhoso.

Um truque utilizado pela indústria é filmar através de uma lente e usar um espelho para projetar uma imagem deslocada em uma segunda lente. A imagem refletida é girada e invertida antes da edição do filme. E, por se tratar de um espelho, é preciso fazer ainda as correções de cores e brilhos necessárias para que não dê a impressão de imagens distintas.

É possível sem os óculos?

A grande sacada do efeito em 3D sem óculos está nas telas de cristal líquido. Quando combinadas lentes especiais (visores autoestereoscópicos) com a maior frequência de transição de imagens, o resultado é a projeção de uma imagem que é captada pelo olho humano como sendo em terceira dimensão.

Como explicamos, a projeção 3D simula a visão do olho humano e, por isso, tanto na captação quanto na projeção, é preciso duas imagens para simular os olhos esquerdo e direito e compor uma única imagem.  Na televisão 3D são geradas duas imagens simultâneas, que vistas através de uma lente no próprio cristal líquido, fazem com que o cérebro perceba apenas uma única imagem, criando a ilusão da terceira dimensão.

Os custos ainda são proibitivos e há muito a ser desenvolvido. Segundo especialistas, os efeitos por enquanto só são perceptíveis de maneira convincente em telas maiores do que 50 polegadas. Além disso, não basta ter uma TV em terceira dimensão é preciso que haja conteúdo sendo produzido também para esse formato. E aí entra em cena também a necessidade de popularização do Blu-ray, mídia que dá suporte a essa alta resolução necessária.


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2 Comentários
  1. Olha só agora estou percebendo o porque que meu sonho virou pessadelo acho que comprei a TV errada pra minha casa, fazer o que nè vou tentar vender a minha e ver se acerto na proxima compra valeu pela dica vcs ai da ASSISBRAC estão de Parabens ! ! ! !

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