Assistência Social Beneficente de Resgate e Amparo à Criança

Vencendo a Depressão – Parte II

 

Os obstáculos, crises, conflitos e dificuldade, colocam desafios para as pessoas, estimulando e potencializando, sua resistência e resiliência, objetivando a preservação da vida. Cada pessoa reage de maneira diferente aos estímulos externos, mesmo quando a situação que é a fonte motivadora do desconforto, seja igual para todos. Nesse contexto surge uma pergunta elementar: se perder e frustrar faz parte da vida e acontece com todo mundo, porque as pessoas reagem de formas diferentes? Exemplificando: duas mulheres sonhadoras e ansiosas com o casamento que se aproxima, de súbito o noivo rompe a relação. Ambas são afetadas e têm momentos de melancolia, uma consegue depois de alguns meses superar e tocar a vida para frente, a outra mergulha numa depressão até achegar o ponto de perder a vontade de continuar vivendo.

A maneira como reagimos e como vamos reagir às frustrações na vida depende da formação pessoal, campo da subjetividade humana, e dos fatores externos, ou seja, das pessoas e às vezes, das coisas, sonhos e projetos que temos, em fim: precisamos ter algo ou alguém para se segurar em momentos de crises. Precisamos de um amparo; de um porto seguro; de uma mão que nos ajude a levantar do chão quando nossas forças não são suficientes. Como disse no artigo anterior, nossa cultura nos empurra para fora de nós mesmo, de maneira a criar uma dependência dos artifícios externos em detrimento de toda potencialidade e riqueza que temos como parte do projeto do Grande arquiteto do universo, o nosso criador, o projeto inteligente, que não permitiu nenhuma falta. Somos completos!

Os mecanismos internos que constitui nossa subjetividade quando fragilizados ou mal desenvolvidos nos levar a buscar com frequência o apoio dos mecanismos externos como pessoas e coisas. Vamos imaginar como se constrói o mecanismo interno de resistência às pressões e como potencializamos os mecanismos que nos permite superar os obstáculos, a resiliência, a partir da função da fisioterapia. Qual a função da fisioterapia? Uma das funções é reabilitar. Reabilitar significa que alguém perdeu habilidades físicas, e, portanto, carece de passar pelo processo a fim conquistar a habilitação. Da mesma forma e com a mesma intenção e missão acontece com psicoterapia, o que muda é o campo de atuação, porque a fisioterapia atua no campo fisiológico e psicoterapia atua no campo psicológico.

O processo de trabalhar as potencialidades psicológicas das pessoas, que passa pelo autoconhecimento, o conhecer-te a ti mesmo, é o que chama de psicoterapia. A psicoterapia é ampla e com grande variedade e funções, mas necessária para sustentar e amparar àquelas pessoas que sofreram, sofrem e vão sofrer traumas, e como sua estrutura psicológica não tem a capacidade de suportar, sucumbem, caem, e se entregam, ou lutam para superar. Na próxima parte desse tema vamos caminhar um pouco mais pelos benefícios e variedades das psicoterapias.

 

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2 Comentários
  1. è isso ai esta entidade seria tambem pensa nas pessoas com dificuldades emocionais, parabens pra vcs…….

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